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quarta-feira, 6 de julho de 2011

Dia 87

Já passei muito tempo firme, forte, feliz. Chegou a hora de voltar aquele ar de depressão pro blog. hahaha Que horror!

Eu me acho forte, mas sou muito bobinha. Gosto de romances e assisto romances, mas nunca vivi um. Quase sempre choro assistindo filme romântico não porque acho bonito duas pessoas que se amam e vivem felizes para sempre, eu até acho bonito nos outros, mas a tristeza bate porque queria que eu sentisse aquilo por alguém. Queria que alguém me amasse daquele jeito dos filmes. E quando digo romance, são os romances que dão certo e que tem final feliz. Exatamente, aquele água com açúcar.

As vezes me sinto tão sozinha. Sabe aquela frase clichê: Solidão não é sentir-se só, é estar entre mil pessoas e sentir a falta de apenas uma. Eu sou feliz e sei que o ser humano não precisa de outra pessoa pra se sentir completa. Ou precisa? oO

Tá, eu amo minha família, amo meus amigos, mas não é esse amor que eu quero. Quero o amor dos filmes de romance. Aquele que te faz perder a cabeça e não querer sair de perto da pessoa amada. Eu quero esse amor e quero sentir esse amor.

Mas como o blog não vive de amor e sim de postagem aproveito esse tema pra postar os romances que tenho visto e consequentemente tenho chorado, porque consequentemente eu não tenho um daquele pra mim. hahaha

DEPRESSÃOPÓSFILME

1) Comer, Rezar e Amar
OBS.: Sou considerada retardatária por só ter assistido esse filme agora?

Sinopse: Liz Gilbert (Julia Roberts) tinha tudo o que uma mulher moderna deve sonhar em ter – um marido, uma casa, uma carreira bem-sucedida – ainda sim, como muitas outras pessoas, ela está perdida, confusa e em busca do que ela realmente deseja na vida. Recentemente divorciada e num momento decisivo, Gilbert sai da zona de conforto, arriscando tudo para mudar sua vida, embarcando em uma jornada ao redor do mundo que se transforma em uma busca por auto-conhecimento. Em suas viagens, ela descobre o verdadeiro prazer da gastronomia na Itália; o poder da oração na Índia, e, finalmente e inesperadamente, a paz interior e equilíbrio de um verdadeiro amor em Bali. Baseado no best-seller autobiográfico de Elizabeth Gilbert, Comer, Rezar, Amar prova que existe mais de uma maneira de levar a vida e de viajar pelo mundo.

Não tenho mais nem o que dizer. Quem nunca teve vontade de viajar pelo mundo pra esquecer os problemas, espairecer, se auto-conhecer, buscar equilíbrio depois de uma decepção. Seja ela amorosa ou afetiva, enfim... O filme é muito bom. E claro que como um bom e velho romance, Liz encontra seu verdadeiro amor em Bali depois de se consultar com um guru e meditar na Índia. E tem o James Franco no elenco. Ou seja, suspiros.


2) Cartas para Julieta:
Sinopse: Jovem americana viaja para Verona, Itália, a famosa e inspiradora cidade onde foi criada a personagem Julieta Capuleto - sim, aquela da clássica obra "Romeu e Julieta". É neste local que ela descobre um grupo de pessoas que costuma responder às cartas - deixadas num muro - daqueles em busca de conselhos sobre o amor. A garota então responde a uma dessas cartas, datada de 1951, o que acaba inspirando a autora a viajar para a Itália em busca daquele que sempre foi sua verdadeira paixão. O fato também desencadeia uma série de eventos que irá mudar a vida de todos.

No elenco do filme tem a queridinha Amanda Seyfried (Sophie) tem também o Gael García, mas não vou citá-lo como um atrativo porque o personagem dele é um saco. haha que viaja pra Verona em lua de mel -  ainda estando noiva - e acaba virando uma das Secretárias da Julieta, respondendo uma das cartas deixada no muro. A partir daí ela começa uma aventura atrás do grande amor da senhora que escreveu a carta e encontrando seu verdadeiro amor. É lindo e o cenário é maravilhoso, as estradas e os vinhedos de Verona.

Agora Aproveitando o post pra fazer uma ressalva.
Não recomendo: A Garota da Capa Vermelha

Sinopse: Valerie (Amanda Seyfried), uma bela garota ligada a dois homens. Ela é apaixonada pelo melancólico forasteiro Peter (Shiloh Fernandez), porém seus pais a prometeram em casamento ao abastado Henry (Max Irons). Inconformados com a situação, Valerie e Peter planejam fugir, até que tomam conhecimento de que a irmã mais velha de Valerie foi morta pelo lobisomem que vaga pela escura floresta que rodeia o vilarejo onde moram. Ao longo de anos, as pessoas mantiveram uma difícil trégua com a fera, oferecendo-lhe mensalmente um animal em sacrifício. Mas sob uma lua cor de sangue, o lobisomem desrespeita o acordo, tirando uma vida humana. Sedenta de vingança, a população recorre a um famoso caçador de lobisomens, o padre Solomon, com a intenção de matar o monstro. Ocorre que a chegada de Solomon provoca conseqüências inesperadas, pois ele alerta que o lobisomem assume forma humana durante o dia, podendo ser qualquer um deles. O número de mortes cresce a cada lua, e Valerie começa a desconfiar que o lobisomem pode ser alguém que ela ama. O pânico toma conta de todos e ela descobre que tem uma ligação singular com o monstro - que os une inexoravelmente, tornando-a ao mesmo tempo suspeita...e isca.

Quando vi o trailler do filme fiquei com muita vontade de assistir. É o tipíco filme que eu gosto: romance bestinha, com lobos e bla bla bla. Mas o filme é muito ruim. O romance é chato. Apesar da Amanda Seyfried ser a protagonista e o Peter ser um gato, é o filme da Chapeuzinho Vermelho sem ser em desenho animado e com um lobissomem que passa seu "legado" através da mordida. Muito sem graça.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Dia 56

E a programação do fim de semana qual foi? Filmes. Definitivamente minha vida social ficou lá em 2010. Porque olha...
Então, vou comentar sobre os filmes que comprei.
Começando por "Malu de Bicicleta":


"Baseado no romance homônimo de Marcelo Rubens Paiva "Feliz Ano Velho", "Malu de Bicicleta" fala do amor de uma forma honesta e delicada, seguindo o processo de transformação de um homem quando encontra a mulher da sua vida. Luiz Mário (Marcelo Serrado) é um empresário paulista cuja vida muda radicalmente com a chegada de Malu (Fernanda de Freitas). Uma história que podia caminhar bem não fosse a paranóia dele, que começa com uma misteriosa carta de amor, se assemelhando ao protagonista de 'Dom Casmurro', de Machado de Assis, e sua dúvida cruel de ter sido ou não traído. Esse é um dos indícios da mudança que a namorada produz nele. O protagonista, aos poucos, vai perdendo seu ar de machão inatingível e ganha sensibilidade e delicadeza vindas do romance com Malu. Enfim, o filme retrata o que a paranóia e o ciúmes fazem com a mente de uma pessoa." resumo feito sobre o comentário do G1.

Achei o filme um pouco longo. Comprei achando que seria comédia. Aliás, o vendedor me disse que era comédia, por isso comprei. (Não, estava lesada e não li o gênero no verso da capa) Acabei tendo um drama em que o roteiro do filme é baseado apenas no namoro da Malu com o Luiz. Ele, um galinha, se apaixona por ela, faz juras de amor, tudo ia às mil maravilhas, mas o jeito livre, desencanado e simpático de Malu fez com que Luiz imaginasse está sendo traído. O filme todo trata-se da busca do Luiz pra descobrir se ele realmente foi traído ou não. E o final é mais ou menos incerto, assemelhando-se de certa forma a Dom Casmurro de Machado de Assis.


Concluindo: Se tiverem outras opções não escolha "Malu de Bicicleta". haha Não é ruim, mas também não é bonzão.

Segundo filme que assisti foi "Amor e Outras Drogas":

""O amor e outras drogas" tem como seu maior apelo um casal de atores jovens, talentosos e com pouca roupa durante boa parte do tempo. Baseado no livro de memórias de um dos maiores vendedores de Viagra do mundo, o longa é uma festa para médicos e pacientes que gostam de ouvir algum astro de cinema pronunciar o nome de seus remédios favoritos. Jamie (Jake Gyllenhaal), ovelha-negra de uma família de médicos. Ele tem jeito mesmo para ser vendedor e arranjar encrencas. Enquanto trabalha como representante comercial da Pfizer, ele coleciona conquistas e inimigos, até conhecer Maggie (Anne Hathaway), jovem artista que sofre de Parkinson precoce. Eles resolvem viver um caso com muito sexo, algum romantismo e nenhuma ligação emocional. Como se isso fosse fácil. Quando se descobrem apaixonados, cada um reage de uma forma. Maggie não quer criar vínculos por causa de sua doença. Ela crê que em pouco tempo estará totalmente debilitada - apesar dos fortes remédios que toma. Jamie se esforça para ser o namorado perfeito, mas é difícil conseguir quando sua amada está tentando se livrar dele. Jamie torna-se o maior vendedor de Viagra, o que lhe garante status e situação financeira. A doença de Maggie, no entanto, agrava-se cada vez mais. O que salva mesmo 'O amor e outras drogas' é a presença de Gylenhaal e Anne, cujos talentos, em vários momentos, se sobressaem na composição de seus personagens." resumo feito sobre o comentário do G1

Olha, o filme é classificado como comédia, mas não sei onde ela foi parar. Pra mim é um romance - drama. Uma espécie de "Um Amor pra Recordar" mais avançado, se é que me entendem. haha Com direito a olhos marejados e uma doença como o grande vilão intrometido numa paixão que poderia ser perfeita. Não achei a história muito boa. Na verdade o filme só começa a ficar interessante na metade, quando o Jamie conhece a Maggie. Mas sou suspeita porque adoro um romancesinho. Já que você não tem um romance na vida, se apegue ao romance dos filmes. Que são meio irreiais, vamos combinar.

OBS.: Pra poupar o constrangimento, lembre-se de não assistir com os pais. haha

Por equando foram esses. Logo mais volto com novas dicas de filme.